Conheça agora as 6 principais etapas de desenvolvimento de aplicativos -– Digital Land

Conheça agora as 6 principais etapas de desenvolvimento de aplicativos

Conheça agora as 6 principais etapas de desenvolvimento de aplicativos
"Apróx. 6 min de leitura".

Os smartphones já estão presentes na vida de 62% dos brasileiros e em mais de 5 bilhões de pessoas ao redor do mundo. Com isso, a tendência de desenvolvimento de aplicativos surgiu e cresce a cada dia. E essa novidade exige que as empresas se atualizem e transportem alguns serviços direto para a mão dos clientes por meio dos apps.

Com um mercado tão competitivo e com uma inovação constante, é comum ficarmos perdidos em meio a tantas coisas novas que surgem diariamente e fazem com que o gosto do cliente fique cada vez mais exigente.

Caso você pretenda entrar no mundo do desenvolvimento e não sabe por onde começar, este post vai lhe ajudar a entender o que fazer. Ficou interessado? Então vamos começar!

 

1. As ideias para o desenvolvimento de aplicativos

A criação do aplicativo inicia muito antes de um programador começar a desenvolver o código. Na verdade, as ideias para um app surgem com o objetivo de sanar ou evitar um problema bem como suprir as necessidades e desejos dos seus clientes. Caso a empresa tenha feedbacks por parte do seu público, fica fácil mensurar as dificuldades e vontades para propor melhorias.

Um aplicativo pode trazer soluções rápidas e de fácil entendimento para os clientes de forma geral. Utilizando uma analogia, usuários de um supermercado que ficam perdidos nos corredores poderiam ter, no aplicativo, um mapa para mostrar a localização de certo produto. Sabendo escutar o que o público tem a dizer, a tarefa de criar um aplicativo funcional e com boa aceitação é praticamente garantida.

 

2. O briefing ou instruções iniciais

Depois de ter determinado a ideia estruturada e quais problemas o seu aplicativo deve solucionar, é chegada a hora de traçar um plano real do que será necessário para criar o app. O briefing é importante para que a empresa saiba o quanto gastará, quanto tempo demorará e o que será preciso para tornar esse desenvolvimento real.

Esse planejamento é essencial e cada etapa deve estar presente dentro do escopo do projeto, assim, toda e qualquer ação tomada pela empresa ou pela equipe de desenvolvimento poderá ser medida e ter os seus retornos analisados de forma clara e objetiva.

 

3. A escolha da tecnologia

É de extrema importância refletir sobre qual tecnologia o programador usará para trabalhar com a programação. Considerando os dois principais sistemas operacionais para os smartphones — Android e iOS —, o programador pode trabalhar com sistemas híbridos ou nativos.

Os aplicativos chamados nativos são desenvolvidos especificamente para um tipo de sistema operacional e, por isso, conseguem usar todas as funcionalidades que o aparelho possui — GPS, câmera, voz — sem maiores problemas e podem ser utilizados com ou sem internet. No entanto, isso acarreta a necessidade de desenvolver um código para cada sistema operacional desejado.

Já os aplicativos híbridos são criados usando uma parte de programação nativa e outra de programação web e, por isso, necessitam de internet para funcionar. Usando essa tecnologia o custo e agilidade de desenvolvimento ganham força, pois um mesmo código faz o sistema rodar em ambos sistemas operacionais, porém, podem apresentar alguns problemas como incompatibilidade de plugins, além de ser necessária a conexão com a internet para o aplicativo funcionar corretamente.

 

4. Os protótipos e testes

Com todas as pautas acertadas, é hora de criar um protótipo do aplicativo. A própria equipe de programação pode criar um layout que funcione como protótipo, porém é aconselhável ter um profissional especialista em experiência do usuário, assim o app será desenvolvido conforme a aparência e funcionalidades que mais agradam quem, de fato, utilizará o aplicativo. Depois do protótipo aprovado, é hora de começar a programação de acordo com o projeto e a tecnologia escolhida.

No final do processo de programação, é necessário que se faça vários testes antes de finalizar e apresentar o aplicativo para o público. Entre os inúmeros testes que devem ser realizados, temos:

  • o de compatibilidade, que constata se não existe nenhum problema com o app em relação ao sistema operacional;
  • o teste de desempenho, que avalia a velocidade do aplicativo em processar as informações;
  •  teste de funcionalidade, que analisa se todas as telas e ações desenvolvidas estão funcionando na ordem certa;
  • o teste de UX (experiência do usuário), que testa se o app está com uma interface amigável;
  • o teste UI (interface do usuário), que testa se tudo que aparece na tela está funcionando corretamente.

5. A entrega do produto

Após toda a programação e testes serem realizados, é hora de lançar o aplicativo. Hoje, o Android detém 88% do mercado, contra 11,9% do iOS e 0,01% dos demais sistemas operacionais de mobile. Sendo assim, torna-se mais vantajoso concentrar os esforços do lançamento no sistema operacional do Google (Android) e depois lançar para o S.O. da Apple (iOS).

Após o lançamento, é preciso ficar atento aos feedbacks iniciais dos clientes. Eles são os principais validadores para um app recém-lançado. Dessa forma, mantenha a equipe de desenvolvimento sob aviso, pois, no início, todo sistema precisa de constantes evoluções. Os feedbacks vêm, principalmente, da própria loja de aplicativos — a Play Store, no caso do Android, e a App Store, no caso do iOS.

 

6. A terceirização do desenvolvimento de aplicativos

Caso a empresa não tenha como foco o desenvolvimento de aplicativos, é recomendado que se faça a terceirização desse serviço. Com isso, a organização vai reduzir custos, pois não será preciso contratar profissionais especializados e nem dar treinamentos para os funcionários que já trabalham na companhia.

Além disso, a empresa garante profissionais com a experiência e os conhecimentos necessários para desenvolver com qualidade e muito mais rápido, já que um setor interno não estará focado integralmente nisso.

Isso, por sua vez, indica outro benefício. Como a empresa não vai precisar se preocupar com os detalhes da criação do aplicativo, poderá direcionar os seus esforços na sua atividade base, sem perder o foco no que faz melhor.

Em um mundo cada vez mais conectado e dinâmico, o advento dos smartphones e apps são de grande valia para a estratégia de presença de praticamente todas as empresas. Com um aplicativo bem estruturado e aprovado pelos clientes, a sua marca ficará cada vez mais forte e consolidada no competitivo mercado virtual do século XXI.

Tem interesse em conhecer mais sobre desenvolvimento de aplicativos e como reforçar a sua presença no mundo digital? Então entre em contato com a gente!

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